domingo, 5 de dezembro de 2010

Chico Anysio é internado em hospital do Rio de Janeiro

Mais um boletim médico sobre o estado de saúde do humorista Chico Anysio foi divulgado neste domingo (5). Segundo o documento, o quadro clínico do artista permanece estável. Mesmo assim, Chico, que está internado desde a última quinta-feira (2), segue sem previsão de alta.
Chico, de 79 anos, está na Unidade Intermediária do Hospital Samaritano, na zona sul do Rio de Janeiro.
Na quinta, o ator chegou ao local com falta de ar e dores no peito, seguindo para o centro cirúrgico, onde foi descoberta a obstrução de uma das artérias coronárias. Chico foi submetido a uma angioplastia para a desobstrução da região.
Mesmo assim, ele continuou a apresentar problemas e foi diagnosticado com tamponamento cardíaco, que significa acúmulo de líquidos no saco pericárdio, que envolve o coração. Uma drenagem guiada por ecocardiograma foi realizada para resolver o quadro.

TRE de São Paulo absolve Tiririca

Deputado federal mais votado do país poderá assumir o cargo

Deputado federal mais votado do Brasil – eleito com 1,3 milhão de votos – Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR), foi absolvido pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), Aloisio Silveira.

O magistrado negou ação apresentada pelo Ministério Público (MP) que acusa o político de falsidade ideológica, alegando que o atestado de alfabetização não foi feito por ele. "A Justiça Eleitoral tem considerado inelegíveis apenas os analfabetos absolutos, e não os funcionais", afirmou.

Ainda de acordo com Silveira, após os testes de leitura e compreensão de textos feitos por Tiririca no último dia 11, "torna-se irrelevante a investigação sobre quem, como ou em que circunstâncias a declaração que continha a afirmação de que saber ler e escrever foi produzida." Ele ainda rejeitou acusação do MP sobre falsidade na declaração de bens de Tiririca, que indicou não possuir patrimônio em seu nome.

O promotor eleitoral Maurício Lopes pode recorrer da decisão ao TRE-SP, mas o presidente da corte, Walter Almeida Guilherme, já disse que Tiririca será diplomado dia 17 com os outros eleitos. Quando isso ocorrer, o caso chegará ao Supremo Tribunal Federal (STF). Fonte: 
 Agência Estado.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Segurança pública do Amapá poderá ganhar 42 novos delegados

Concurso relizado pelo GEA é considerado um dos mais dificéis do país,além de receberem treinamentos com instrutores credenciados renomados 

A Academia de Polícia do Amapá (Acadepol) tem recebido recentemente os 42 alunos delegados que estão passando pelo período de testes físicos e específicos relativos a profissão que assumirão.Foram mais de 3 mil candidatos inscritos no concurso, considerado um dos mais difíceis do país.
Os candidatos encontram-se na 4ª etapa do concurso, onde também é eliminatória, antes de ingressarem para as aulas teóricas e praticas que os capacitarão como delegados da Policia Civil do Amapá.
Quarenta e dois candidatos classificados, até o momento, concorrem a 31 vagas. O processo seletivo começou em janeiro deste ano e a formatura esta prevista para 29 de dezembro.Os aprovados já passaram pelas provas objetivas, subjetivas e avaliação oral.
O delegado geral de Policia Civil, Paulo César Martins destacou que a fase final é a capacitação na Academia de Polícia, onde os candidatos recebem treinamentos práticos e teóricos na área policial. "Apesar de bacharéis em direitos e conhecedores da lei, é necessário deixá-los aptos para o trabalho policial", explicou o delegado geral.
A Polícia Civil do Estado do Amapá (PC) está em fase de expansão.O que deverá ser de interesse do Governo do Estado manter os atuias 42 candidatos a delegado, ampliando o quadro previsto de apenas 31, conforme edital, A justificativa se dá especialmente pela necessidade que passará a Polcia Civil,no caso de ser aprovado o projeto de estruturação da PC, que passará a contar com novas delegacias especializadas, como: as Delegacias do Idoso, de Combate ao Crime Organizado, de Mu-lheres da Zona Norte, de Entorpecentes de Oiapoque e Santana, e o Departamento de Inteligência, entre outras especia-lizadas, além da reativação de algumas de-legacias em alguns municípios.
Outro ponto levantado, trata da mudança ou pedido de exoneração de de-legados em razão de alguns terem passado em outros concursos públicos ou optarem por atuar em outro segmento profissional. Exemplo do que aconteceu no último concurso onde 31 delegados foram nomeados e apenas 18 continuam exercendo a profissão de delegado.
Para a pedagoga da Acadepol ,Moema Ramos que atua no processo de formação dos novos delegados, " formação e capa-citação destes novos profissionais nos assegura que teremos um perfil dife-renciado exercendo a profissão,especialmente pela excelente avaliação que todos que chegaram até esta etapa alcançaram", destacou.
Para o delegado Claudionor Soares " ficaríamos muito felizes se todos os alunos delegados chegarem até a etapa final sem que ocorram desistências ou eliminações e principalmente possam ser absorvidos pelo estado, tendo em vista que com as novas delegacias, a necessidade de um profissio-nal capacitado como estes candidatos será de extrema importância para a segurança pública de nosso estado", ressaltou.
Para o instrutores Elinaldo Carneiro, Coordenador Operacional da UATE e Edoanilson Marques, Instrutor de Armamento e Tiro da PC, " nossos treinamentos são semelhantes as melhores escolas de formação do pa´si, e ainda conseguimos incluir no programa, algumas habilidades técnicas e operacionais que são praticadas por policias de outros países", informaram.
Cerca de 80% do efetivo de novos de-legados serão aproveitados nos municípios do interior do Estado, para substituir os antigos policiais que trabalham nesses locais. Com o processo de interiorização haverá a necessidade de delegados nesses ambientes. "Nós temos total interesse em concluir o processo seletivo o quanto antes, para suprir essa demanda", informa Paulo César Martin
s.
 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Partidos vão indicar nomes para compor equipe de governo de Camilo Capiberibe01.12.10

Por conta das especulações sobre sua equipe de governo, o governador eleito Camilo Capiberibe (PSB) disse hoje no twitter que está dialogando com os partidos políticos que o apoiaram e que esses partidos “vão ajudar indicando seus melhores quadros e garantindo a necessária sustentação política ao governo“.  Ele ressaltou que os critérios para compor a equipe são  compromisso político com o programa de governo e competência técnica e política.
Camilo não citou nomes. Mas em qualquer roda onde o assunto é equipe de governo são citados os nomes de Cláudio Pinho, Zé Ramalho (Planejamento) , Ely Almeida (Mobilização Social) , Jardel Nunes (Administração), Eduardo Neves (Comunicação), Luciano Del Castilo (Casa Civil).

BRIGA BOA

Milton Sapiranga Barbosa
Numa certa  manhã  de  domingo, lendo as noticias policiais de um  jornal local, fiquei estarrecido com a seguinte manchete: “Briga entre adolescentes termina  com um morto”. A  continuação da  reportagem  informava  que “ fulano de tal”  brigara  com   “cicrano de tal” (ambos com  14 anos de idade), por ocasião  de uma  festa realizada na sexta-feira  no  bairro Brasil Novo. No embate o “cicrano de tal” levou  a pior   e, no sábado, em companhia de vários amigos, foi a forra de maneira covarde, matando seu  desafeto, o “fulano de  tal”, com várias pauladas  e  golpes  de facas, desferidas  por   ele  e  seus parceiros. Fiquei  pensando: “quanta maldade existe nos  corações  dos  garotos  de  hoje”.  Terminada  a leitura da  página   policial, passei a ler as  noticias de política, os  artigos  diversos e  as  noticias esportivas, principalmente, as  referentes ao meu  Fluzão.
Guardei   o jornal e  fiquei  matutando, lembrando  das  brigas  entre  os  garotos  do  meu  tempo de infância e  adolescência, quando  brigávamos de mãos limpas, sem usar  qualquer  armamento  para  sobrepujar o  adversário. As vezes a  querela era por  discussão boba  no  jogo  de bola ou por  ter  a linha  de  papagaio (Espingarda número 30 ou 40) cortada quando ainda  se  estava  encerando a linha  e por  outros motivos banais.
No  calor  da discussão, para que a briga  começasse logo, um moleque  maior  e mais velho,  colocava  dois  pedaços de paus,  dois  ossos  ou duas  latas  no chão  e dizia: “Essa  aqui  é a  tua mãe e essa  é a mãe  dele”. Um  dos moleques  chutava um daqueles objetos  e a porrada  comia no centro.  Tinha  também aquele  que  colocava  uma das mãos  entre  os  dois litigantes  e  pronunciava  a  frase   estopim: “Bate  aqui  e bate na  cara do  outro”. Era  pá  e pá,  e a  poeira  subia. Só que naquela  época, o moleque só  se  preocupava  em bater e  se  defender, com a  certeza  que  seu  oponente, mesmo  que tivesse  irmãos  e amigos presentes, eles não se  meteriam na briga, pois  os garotos  maiores  que organizavam a   roda  logo  diziam: “Deixa  só os  dois”. E  você  tinha  que  se  virar na porrada, bater  mais  do que  ser  batido, até  porque  os  nossos pais (no meu caso, mãe/pai), sempre  diziam: “ Se tu   achar  pai  na  rua,  quando chegar  aqui  tu  apanhas de novo”. Nos casos  em  que você  achava  que  o resultado da  briga não  fora justo, o  adversário  era  desafiado  para  novo embate,  mas  sempre   com as mãos limpas, no braço.
Vi  confrontos  memoráveis  entre  dois moleques  do mesmo bairro, em que  um não podia  ver  o  outro aparecer, que ia  logo   tirando a camisa  e sem dizer nada um  pro  outro, transava na porrada. Desses confrontos, destaco  três:  Pilão  x Pelado,  Carlito  x Hildebrando  e  Silas Salgado  x Guisado, sendo este  o  mais famoso  de  todos. Mas  nunca, em momento algum,  um deles  apelou pra  covardia, se  armando  de pau,  de faca ou convocando outros  colegas para  se vingar do  adversário em caso  de  derrota. Era  BRIGA BOA, limpa. Briga  que  dava  gosto de assistir  e fazer  gozação   com  o perdedor, o que  doía  mais  que  a  surra levada. Pelado  e Carlito  já nos  deixaram, mas o Sandoval (Pilão),o  Hildebrando e   o Silas, pelo  que  sei, ainda  estão por aí para  comprovar. O  Guisado, que  foi embora de Macapá, não  se  teve mais noticias.
Tinha  também aquelas  brigas  em que   as  animosidades começavam  dentro da  sala  de  aula.  Como não se  podia  brigar  na  sala,  se dizia   para  o moleque provocador: “Te pego  lá  fora” .   A  turma toda  ficava  ouriçada  na  expectativa  de uma boa  briga  e  logo se  formavam  as  torcidas dos  dois que se enfrentariam  na saída. Era  tocar  a campainha, passar  do  portão   que   não tinha perdão, não  tinha mais  volta, era  porrada  na certa, até  porque incentivo  não faltava.
Fui parar  muitas  vezes  na diretoria do Barão, do Anexo da Escola Normal  e da Escola Veiga Cabral.
Briguei muito. Bati  e  apanhei nos  confrontos   com  o  Rocky Lane, Pedrinho Marques, Barbosinha, Monte, Pedroca, Dedé, Dicoçá, Jovico, Carrapeta, Paulão  e  outros moleques. Depois crescemos   e  até  hoje ,  os que ainda  estão  vivos, são  meus grandes  amigos. Não  restou nenhum  ódio, mágoa ou desejo de vingança em nossos  corações. Bem  diferente  dos  tempos atuais,  quando um amigo  e  até   um irmão, mata o  outro por  qualquer besteira.  Até  por um cigarro negado, um  real não emprestado  pelo  pedinte, tem  levado muito jovem para  baixo  dos sete  palmos.
É  bom   dizer  que   no meu  tempo de infância   e  adolescência, não existiam  essas  malditas  drogas (cocaína, heroína, maconha, crack e outros  entorpecentes). Existia   a cola, mas ninguém cheirava,    só  era  usada  pelos  profissionais  que   consertavam  sapatos  e  por  fabricantes de móveis  artesanais.  Tinha  também o Lança Perfume, mas  só   os   adultos usavam, até  ser proibido.  Naquela época (anos 60)  moleque  não ficava na  rua  até  de madrugada bebendo, serenando ou  participando de festas .  Até  que  serenávamos as festas no  Rouxinol  e no Salão   do Pecó, mas  era  só  a sirene  da Usina de Força  e Luz apitar, as  9  da  noite, que  cada  um   corria  no rumo  de  sua casa, pois se  chegasse  10 minutinhos  depois que  a sirene silenciava, era  surra na certa.
Hoje  os pais não  impõem limites  aos   seus filhos, não sabem  por  onde   ou com quem andam  e o  que  é  pior, nem  procuram  saber  onde  ele   conseguiu  dinheiro pra beber ou comprar aquela  roupa de marca. O  que  é  uma pena.
OBS –   existiam  outras  brigas  boas, famosas, entre  dois moleques nos  bairros  doTtrem, Laguinho, Jacaré Acanga, Beirol, Igarapé  das Mulheres, Morro do Sapo, Baixa da Maria Mucura, no Elesbão e Vacaria, mas essas são  vocês que  poderão dizer aí  nos  comentários.
Um abraço do Sapiranga

Comentários:

Ruy Maia disse:
Fala Milton, Esqueceste de mencionar uma boa pegada entre Ruy e Bilica na Favela.
Me lembro de algumas vêzes ter enfrentado este teu galo de briga,umas perdi outras com certeza ganhei. Quando passávamos em frente ao Rouxinol dizias que darias um picolé para quem vencesse e falavas:” Quem for homem bate aqui ( em tua mão esticada ) e na cara do outro”, um tomava iniciativa e a porrada comia. Terminada a briga alguém ganhava o picolé e repartia com o outro e íamos embora. Nunca houve rixa entre nós, somos grandes amigos até hoje. O fato marcante, é que quando o Bilica ( Quito Podre), veio estudar aqui em Belém ( grande eletrotécnico), morou conosco, na casa da Luiza, pela dificuldade financeira de todos nós na época êle ia do Guamá de pé até a escola técnica e vice-versa, contando carros ou postes para chegar mais rápido
Outra briga boa que tive foi com o Vitor Ibiapina, no campo de Coaraci Nunes, foi ganha no preparo físico pois jogavamos muita bola que nos dava esta condição.
Que tempo bom, não tínhamos violência e qualquer crime em Macapá tinha grande repercussão, um dos quais, o do Aracatí.
Milton, ainda não tomei conhecimento de que tenhas escrito uma crônica com relação às feras do papagaio no Território,se o fizeres, tenho certeza que citarás: Vevê, Pau Preto, Jupatí, Dudu (Deodato), Nego Jorge, Mindodô e alguns que só tu lembras. Mas, por favor, não se inclua, nisto não eras bom.
Um abraço e Flu Campeão, pro azar da galinhada.


Aloisio Cantuaria disse:

Oi, Milton.
Uma briga da qual me lembro foi entre o Evaldo e o Antonio, ambos do CA e bons de porrada, como diz o Alcione. Não lembro do motivo, mas sei que deu empate. O local foi aquela esquina da Iracema Nunes com a Eliezer Levy (nesse tempo não havia ainda o prédio da Receita Federal). O Antonio (um colega nosso, o Artur, o chamava de Cavalo) estudou comigo, era meu vizinho na Favela, na Presidente Vargas. O Evaldo, irmão do Edmar, morava no Jesus de Nazaré.
Em outra briga, eu fui protagonista. Isso foi lá nos idos de 1967, turno da manhã, 2ª série ginasial, turma C, famosa pela indisciplina (turma masculina, parecia o GM). Eu e o Eduardo (Dudu) Cardoso. Começou numa aula do professor Lauro Chaves. Não lembro do motivo, mas da expressões “te pego lá fora” e “vem”. O local foi, claro, a esquina da Iracema com a Eliezer Levy. Como você diz, bati e apanhei, o sapato ficou tipo boca de jacaré (a meia-sola feita pelo Zé Maria ficou prejudicada).
A reconciliação demorou. Embora a gente se encontrasse de vez em quando em Macapá, não estudamos mais na mesma turma e o tempo passou. Anos depois nos encontramos em Belém (isso foi por volta de 1990) e conversamos como velhos amigos recordando dos tempos de colégio, inclusive lembrando de um amigo em comum: o Píndaro, meu cunhado, ex-bilheteiro do Cine João XXIII e ex-baterista de “Os Gaviões”, e funcionário da PMM, que morreu em conseqüência de uma malária na véspera do Natal de 1989.
Bom, desviei um pouco o assunto, mas os fatos são interligados (muitos links), e a memória de um puxa pela memória de outro, e assim vai.
Um abraço.


mara cristina disse:
Seu Sapiranga, ou seria Seu Sapiência? É incrível que hoje tenhamos esses problemas sociais. Em Cuba, se um menor é achado perambulando, as autoridades o levam e entregam aos pais. Na segunda vez, punem os pais. O que fazem aqui? Premiam com bolsa isto, bolsa aquilo?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Polícia prepara ofensiva contra crimes de prostituição infantil

Várias denúncias são feitas as autoridades de segurança, bem como aos representantes do Ministério Público,através da Promotoria da Infância e Juventude.De acordo com dados existem adultos que estão sendo monitorados há certo tempo e deverão ser presos em próximas operações a serem deflagradas pela Delegacia Especializada em Diversões Públicas.
No interior do estado, casos de aliciamento de menores já provocaram prisões determinadas pela justiça, como em Laranjal do Jarí e Oiapoque.
Na maioria dos casos, o aliciador ou aliciadora propõem certa quantia em dinheiro ou presentes que impressionam as adolescentes que em média vivem em famílias com renda inferior a um salário mínimo.
Na capital, os bairros do Pérpetuo Socorro e adjacências do complexo Beira Rio são consideradas áreas de risco social pelas autoridades e por essa razão, uma das prioridades será a ação policial que esta sendo planejada para acabar com este tráfico que conflita diretamente com o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
De acordo com as últimas ope-rações deflagradas pelas delegacias especializadas, a participação de menores envolvidas em ações de prostituição é uma crescente, especialmente pela fato delas próprias assumirem manter relação amorosa com traficantes ou criminosos. Elas servem em vários casos como "aviões", transportando drogas e celulares para seus comparsas que estão presos em delegacias ou penitenciária.
A Lei para alguns especialistas acaba facilitando ou beneficiando a prática da prostituição, tendo em vista que a mesma prevê que "A prostituição infantil só é crime quando uma pessoa convence, induz ou atrai a criança ou o adolescente a praticar ato sexual com outras pessoas em troca de dinheiro, impede que a menor saia da prostituição, tem lucro ou é sustentado com a prostituição desse menor". A pena pode chegar a condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes. Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusadas sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, cem mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Governador decreta ponto facultativo pelo Dia do Evangélico

Em comemoração pela passagem do Dia do Evangélico, o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias de Carvalho, decretou nesta segunda-feira, 30, ponto fa-cultativo nas repartições públicas do Estado.
O Dia do Evangélico foi reconhecido oficialmente no ano de 2004, quando o então governador Waldez Góes sancionou a Lei Estadual nº 827, de autoria da deputada Mira Rocha (PTB). Ficando funcionando o comércio e os órgãos que prestam serviços essenciais, como: delegacias, hospitais, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.
Segundo o último senso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2000, a população evangélica no Amapá correspondia a 88.559. O número representa 18,5% de toda a população do Estado, índice superior a média nacional, que era de 15,4%.
Esta sendo preparada uma vasta programação que inclui palestras, shows gospel, a primeira expo-cristã entre outros eventos.As 19hs, pastores de diferentes ministérios irão presidir, juntos, um culto em homenagem a data. Haverá apresentações de bandas e grupos de dança locais e da Comunidade Evangélica. O bispo Gerônimo de Lima será o pregador da noite, marcando o encerramento da programação.